Michel Temer (MDB), em vídeo publicado no Instagram, declara apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições 2026 Foto: Reprodução / Instagram |
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira, 5, por meio de postagem nas redes sociais

O ex-presidente Michel Temer (MDB) anunciou nesta segunda-feira, 5, que vai apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República no 2º turno das eleições, que acontece em 25 de outubro.

Em um vídeo publicado no Instagram, o ex-presidente afirma que o eleitorado "deseja mudança", e, por isso, declara apoio à candidatura de Flávio.

"As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros. Quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente. Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio. Um bom Brasil a todos!", escreveu na legenda e narrou no vídeo.


Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro. Flávio terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A nova etapa da campanha tende a concentrar a disputa na busca pelos eleitores dos candidatos eliminados, na ampliação das alianças políticas e na mobilização do eleitorado nos Estados onde cada campanha ainda tem espaço para crescer.

Michel Temer construiu a carreira política principalmente no MDB, antigo PMDB. Advogado e professor de direito constitucional, foi procurador-geral do Estado e secretário da Segurança Pública de São Paulo antes de chegar à Câmara dos Deputados, onde exerceu mandatos a partir de 1987 e participou da Assembleia Nacional Constituinte. Presidiu a Câmara em três períodos e também comandou nacionalmente o PMDB.

Em 2010, foi eleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT) e se reelegeu com ela em 2014. Temer assumiu a Presidência interinamente em maio de 2016, durante o processo de impeachment de Dilma, e tornou-se presidente de forma definitiva em agosto daquele ano, após a cassação do mandato da petista. Permaneceu no cargo até o fim de 2018.

Terra
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