'Devoradores de Estrelas', ficção com um tom humanista, por Eleonora Rosset

O mundo dos sonhos e da fantasia tem o poder de nos acolher quando estamos nos sentindo sós. Parece ser esse o sentido do filme "Devoradores de Estrelas", que tem Ryan Gosling como ator principal.

Ryland Grace não estranha quando acorda numa espaçonave a anos luz da Terra. Ele é professor de ciências no ensino médio e aos poucos vai se lembrando o que foi que aconteceu.

Mas o cenário muda e com essa mudança aparece um ser que é feito de pedras. E que veio com um problema enorme que tem que ser resolvido. Aliás, o problema é o mesmo de Grace. O Sol está esfriando.


(Sony Pictures/Divulgação)

E, se isso acontecer, é o fim do mundo, literalmente, porque o Sol é o que traz vida para o nosso planeta.

O filme, que tem efeitos especiais preciosos, nos conquista com a dupla homem e seu companheiro. É uma lembrança feliz da amizade que brota sem ver cor nem credo.

Produzido pelo ator do filme, "Devoradores de Estrelas" é um respiro de alívio para as plateias cansadas de tiros, sangue e corrupção. É um filme doce que escolhe a amizade e a beleza da natureza, com talento

"Devoradores de Estrelas" entrou em cartaz na rede comercial no último mês de março. Em São Paulo, pode ser visto nas redes Cinépolis, Cinemark, UCI e Kinoplex. No Rio, nas redes Cinesystem, Cinemark e Kinoplex.

Eleonora Rosset